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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Mostra Paralela Gift fica com jeito de shopping decorativo em novo local



A 17a edição da Paralela Gift, que aconteceu de 26 de fevereiro a 1 de março, teve como cenário o Shopping Iguatemi, em São Paulo. Depois do incômodo da edição passada, quando a feira para o mercado profissional de decoração foi anexada à gigante Gift Fair – e ficou um pouco perdida em meio a tantos expositores –, ela volta a ter personalidade de mostra mais exclusiva, menorzinha e acolhedora. O local escolhido foi acertado, mas, em comparação com a concorrente Craft Design, ficou no ar uma sensação de algo estava faltando...
Boas novidades foram as estreias de marcas como a Picnic, com um ótimo sortimento de papéis de parede importados; os bancos indígenas das Oficinas Caboclas do Tapajós e as peças de apelo divertido da Rex Design. A ceramista Svenja Kalteich saiu do branco total – marca registrada de suas peças, que parecem rendadas – e apostou em uma cartela de cores fluo. O resultado alia a delicadeza das formas e o toque moderno das cores gritantes. Escolha acertada que chamava a atenção dos visitantes logo à entrada da mostra.
Na linha “parece, mas não é”, merecem destaque as peças da designer Juliana Zandonaide, que levou para o estande do Sebrae garrafas feitas de resina que lembravam o melhor do artesanato mineiro em pedra-sabão. Os móveis de papelão da 100’T não são exatamente novidade, mas apareceram pela primeira vez na Paralela Gift e causaram certo furor entre os visitantes.
Marcas velhas conhecidas da mostra também estiveram presentes. No estande da Corporação de Ofícios, fofurices tradicionais da marca recheavam as prateleiras, como saleiros e pimenteiros de porcelana em formato de cisnes. O Asa Estúdio levou para os corredores da Paralela pufes divertidos e uma coleção de estampas novinha em folha. O toque de capricho ficou por conta das almofadas bordadas do estande do Sebrae e dos copos gravados à mão por Eduardo de Castro.
Foi uma mostra na qual não ficaram claras as tendências: a impressão é a de que cada participante trouxesse o seu melhor e pronto. Em feiras desse tipo, uma linha comum costuma nortear os lançamentos. Não foi o caso desta edição da Pararela, que, assim como o cenário em que foi montada, ficou com jeito de shopping center decorativo.
Chris Campos é jornalista e editora do site Casa da Chris (www.casadachris.com.br)
http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/03/01/mostra-paralela-gift-fica-com-jeito-de-shopping-decorativo-em-novo-local.jhtm
fonte: 

Encontro promove debate sobre o uso de software livre no design

Com programação diversificada o Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento chega à sua terceira edição para debater o tema Software Livre e Design: uma parceria sustentável. O evento acontecerá entre os dias 8 e 10 de setembro com workshops, palestras e mesas redondas na Torre Malakoff. As inscrições gratuitas já estão abertas no site do Encontro Livre e também poderão ser realizadas no primeiro dia do evento.

O objetivo desta edição é discutir limites e possibilidades de uso dos softwares livres no Design. As palestras e mesas redondas serão sobre Design de Interação, Metodologia, Jogos, Cultura Livre, Educação, Inclusão Digital, Desenvolvimento e Multimídia.

Já os workshops vão aprofundar conhecimentos em Python e Linux, promovidos em parceria com o Grupo de Usuários de Python de Pernambuco e o Grupo de Usuários de Linux do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

De acordo com a idealizadora do evento, Célia Menezes, a proposta é integrar a comunidade local no mundo do Software Livre.

Entre os palestrantes estão o especialista em Blender Allan Brito; o gerente de Design do deCentro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) H.D. Mabuse; o especialista em Design de Interação Adriana Veloso e o coordenador da plataforma de gestão em aprendizagem à distância Amadeus Alex Sandro Gomes.



fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110905193302&assunto=211&onde=VidaUrbana

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Designers criam sandálias feitas de partes de computador...




Postado por Daniel Pavani em 11/08/2011 14:00
Blog: Oceanogeek



Placas, circuitos, baterias; tudo pode ser utilizado para fazer as sandálias nada funcionais.


Um par de sandálias criadas por um designer americano pode não ser muito útil para um uso mais convencional, digamos, usando nos pés. Porém, ele utilizou placas de computador, processadores, transistores e baterias para fazer o que pode ser a sandália mais geek de todos os tempos.


O site Dvice conta que as Data Sandals foram criadas por Steven Rodrig, que deixa claro que as sandálias não são para se calçar, funcionando apenas como obra de arte.


Para fazer os calçados, Rodrig, da PCB Creations utilizou diversas peças de computador, como placas-mãe, fitas de circuito, processadores, baterias e outros dispositivos eletrônicos. Aliás, este é apenas um de seus muitos trabalhos com os componentes de computação; vale a pena conferir a página do artista.


Quem gostou e estiver interessado em comprar, as sandálias estão a venda no site Etsy, pelo link http://goo.gl/t8RTN, e custam U$ 350, ou cerca de R$ 570.


Mais notícias em dpavani.geek.com.br.


Crédito da imagem: PCB Creations/Divulgação.


fonte: http://dpavani.geek.com.br/posts/17306-designers-criam-sandalias-feitas-de-partes-de-computador

Designer de carros é raridade no País...


Designer de carros é raridade no País

Camila Galvez
Do Diário do Grande ABC


O que faz o visual do carro popular Celta ser diferente do luxuoso Camaro? Este é o papel do designer automotivo, profissional que desenvolve as aparências interna e externa dos veículos produzidos pela indústria automobilística.

Nos primeiros sete meses deste ano, foram fabricados 2,02 milhões de veículos, 4,3% a mais que no mesmo período de 2010. Apenas em junho, as montadoras criaram 612 vagas no setor. A média de venda de carros novos chega a 14,5 mil por dia. Neste cenário, desenvolver um produto que se diferencie no mercado é um desafio e tanto.

Não existe hoje graduação específica na área de design automotivo. A maioria dos profissionais faz cursos de design de produtos ou desenho industrial. A porta de entrada para o mercado é saber desenhar. Mas somente esta habilidade não garante emprego, conforme o designer automotivo da General Motors Leandro Trovati, 33 anos. "É preciso estar antenado na moda, em novas tendências e ter capacidade de vender ideias", destacou ele, que é responsável pelo design do interior dos automóveis.

Para Trovati, o mais importante não é ter portfólio cheio de desenhos. "É melhor ter cinco ou seis projetos fechados na manga, pois a capacidade de pensar o todo é valorizada."
Como a carreira não tem formação específica, ingressar neste setor pode ser tarefa mais complicada, mas compensa: o salário mensal de um designer automotivo em início de carreira varia de R$ 3.000 a R$ 5.000. Colega de Trovati na GM, Gabriel Clemente, 32, participou de concurso de design produzido por uma indústria automobilística. Venceu e conquistou um estágio.

Clemente sempre foi apaixonado por desenho. "Certa vez um professor de química do colégio veio olhar meu caderno e viu que não tinha nenhuma matéria, só desenhos. Ele me disse que precisava melhorar minhas notas, mas que tinha certeza que trabalharia com criação."
Além do concurso, Clemente passou cinco anos na Alemanha, período que considera crucial em sua carreira. "A experiência no Exterior é importante porque a Europa está muito mais avançada na questão do design que o Brasil. Lá é possível ver conceitos e ideias que podem ser aplicados conforme a nossa realidade." 

INGLÊS
Background, appeal, design. Falar inglês é tão básico quanto desenhar para quem deseja desenvolver veículos. "Nossa base de trabalho é a comunicação, e o inglês é utilizado na rotina da empresa", explicou o designer Marcos Miwa, 33.

Também há diferenças entre o designer automotivo de interiores e exteriores. É fácil entender o porquê: o exterior é como uma mulher bonita, que atrai o consumidor à primeira vista. Porém, se o interior não tiver conteúdo, ou seja, não for funcional e, ao mesmo tempo, belo, o carro não vende. Está aí o grande desafio: atrair o consumidor primeiro pelos olhos, e depois pelo coração.
 
Debate sobre profissões desperta sonhos 
A pouca idade não é empecilho para escolher a profissão, pelo menos para os jovens estudantes que participaram ontem, em Mauá, do primeiro dia de provas do 5º Desafio de Redação, concurso literário promovido pelo Diário. Para os alunos que cursam até o 2º ano do Ensino Médio, o tema proposto é Profissões do Futuro. Já para aqueles que estão no 3º ano, prestes a fazer vestibular, o assunto é Profissões do Petróleo e Gás.

O estudante da 7ª série do Ensino Fundamental Wesley Alves, 13 anos, da EE Zaíra VIII pretende tornar-se analista de sistemas, uma das profissões que constam na cartilha produzida pelo Diário. O apreço pela tecnologia começou quando o padrasto trouxe um computador para casa. Para conseguir seu objetivo, ele tem consciência de que deve continuar os estudos. "Tenho vontade (de fazer um curso na área), mas dá um desânimo às vezes, pelo alto valor da mensalidade". comentou.

A vice-diretora da escola, Sandra Cristina Delmiro Oliveira, ressaltou que os temas escolhidos neste ano permitem que os estudantes reflitam sobre os profissionais que estão em falta no nosso País. "A escola é o caminho para que eles possam ter uma carreira", disse.
A prova será avaliada e fará parte da média dos alunos. Além disso, aqueles com as melhores redações serão premiados com um kit de material escolar.

Já na EE Mirna Loide Correia Ferle, na Vila São João, o aluno da 6ª série Kevin Logan, 12 anos, contou que deseja ser arquiteto. E o menino vê em si mesmo algumas qualidades que justificam a escolha. "Em casa, mudei tudo. Ajudei a escolher o piso e a arrumar os azulejos da parede", disse.

A discussão sobre o futuro profissional despertou sonhos e ansiedade. Enquanto medicina e áreas relacionadas à administração ainda são maioria na escolha de carreira, novas áreas ganham destaque para alguns estudantes. É o caso de Letícia Oliveira Santos, 15, que com a notícia do descobrimento do pré-sal decidiu seguir carreira no setor de petróleo e gás e já faz curso técnico na área. "Estou adorando. Meu objetivo é trabalhar em uma plataforma". Empolgada com a redação, Letícia também relacionou em seu texto a futura profissão e a preocupação com o meio ambiente. (Bruno Martins e Luana Arrais)

http://www.dgabc.com.br/News/5906847/designer-de-carros-e-raridade-no-pais.aspx
fonte: 

Ousadia na Loja Casa Cor 2011...


A Loja Casa Cor foi um dos destaques da primeira Casa Cor Amazonas, tendo sido idealizada por Tininha Auzier e Anne Azevedo. Nessa edição, a dupla vai desenvolver novamente o ambiente, que será composto por mais uma ideia inovadora e arrojada, misturando o moderno com o clássico.
Tininha Auzier é formada em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário do Norte (Uninorte), e atualmente está concluindo pós-graduação em Design de Interiores e Iluminação também pela Uninorte.
Anne Azevedo fez curso em Design  de Interiores. No momento, ela se encontra no 5° período de Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro).
Parceria
Elas são sócias no escritório T+A - Arquitetura e Design de Interiores, que fica localizado na Dinâmica Design (avenida Doutor Theomário Pinto da Costa, 14, Chapada). Informações: (92) 3236-7155.
Alguns dos clientes do T+A são Bueno e Castro Imóveis, Consultório de Psicologia Dra. Nazaré Mussa, além de outros tantos endereços em condomínios residenciais de Manaus.
Opiniões
“A Casa Cor Amazonas ajudou a divulgar e a valorizar o trabalho dos profissionais da área”, diz Tininha. Para ela, sua participação na primeira edição do evento rendeu bons resultados. “Ficamos mais conhecidas, mas foi um desafio grande. A primeira foi uma mostra do que sabemos fazer, porque lá é um espaço pequeno onde se tem que apresentar uma ideia num número determinado de metros quadrados”. “Ela nos agregou muito, porque os amazonenses estão procurando mais os arquitetos. Antigamente, muitos contratavam os próprios mestres de obras para fazer tudo. Hoje, o arquiteto participa da construção até os interiores”, completa Anne.
Ano passado
A Loja Casa Cor contou com artigos de decoração, além de coleções da linha de cama, mesa e banho para vendas. Para compor a loja, de 50 metros quadrados, foi criado um conceito ecológico no qual o diferencial é o revestimento feito de ouriço de pupunha, assim como uma árvore restaurada por Charlles Marcley.
http://acritica.uol.com.br/vida/Ousadia-Loja-Casa-Cor_0_536946502.html
fonte: 
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